A Cervejaria Kremer Chopp Kremer Seja um lojista Blog Kremer
0 views

A história da Apple

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | sexta-feira 8 abril 2011 10:38

Design, inovação e poder: conheça a história da empresa que trouxe glamour e revolucionou a história dos computadores pessoais.

O que leva milhares de americanos a formarem longas filas em frente às lojas para comprar um smartphone? Qual a fórmula mágica para ser uma das empresas de tecnologia mais respeitadas de todo o mundo? Conheça um pouco sobre a história da Apple, marca responsável por produtos inovadores e que enlouquecem uma legião de fãs a cada lançamento.

Quem diria que dois garotos hippies da Califórnia realizariam o sonho de levar o computador – uma ferramenta, até então, desconhecida de muita gente – para dentro das casas de todo o mundo? Pois bem, é assim que começa a história da maçã.

Em 1976, Steve Jobs e Steve Wozniak, dois jovens apaixonados por inovação, faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma bastante artesanal. Foi em um dormitório de faculdade que a Apple Computers Inc. surgiu, trazendo à tona o Apple I, projeto de um computador bastante avançado para a época, mas que foi recusado por empresas já consolidadas, como a Atari e a HP.

Embora não tenha sido um grande sucesso de vendas, o Apple I, que era apenas a placa de circuito e custava cerca de 600 dólares (o que hoje equivale a 5000 dólares), foi um bom começo e deixou os rapazes esperançosos.  A placa de circuito era geralmente armazenada em uma caixa de madeira, de modo bastante rústico.

O que era um sonho hippie, acabou se transformando na maior promessa da tecnologia e, mais que isso, em um culto. Afinal, há quem diga que ao comprar um produto Apple, você não está  simplesmente adquirindo um MP3 Player ou um computador, mas sim um estilo de vida. (mais…)

0 views

TOD’S

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | quinta-feira 31 março 2011 16:50

O que começou com um sapato que viria a se tornar um ícone do segmento, transformou a sofisticada marca TOD’S em um símbolo do luxo moderno e da mais pura expressão do bom gosto e design italiano, que cativou clientes como Samuel L. Jackson e Julia Roberts.

A história
A história começou quando Filippo Della Valle iniciou uma pequena fábrica artesanal de calçados no início do século passado em um pequeno vilarejo italiano. A história da empresa, que até então fabricava calçados e acessórios em couro para grandes lojas de departamento dos Estados Unidos, começou a mudar nos anos 70, quando o neto do fundador, Diego se envolveu no negócio familiar. Na busca incessante para criar sapatos artesanais, confortáveis e extremamente bem-feitos para seus clientes, casual, o senhor Della Valle criou, no ano de 1978, o mundialmente famoso mocassim GOMMINO, que possuía exatos 133 pontos de borracha constituindo sua sola. O produto precisava de uma marca, e foi então que surgiu a JP TOD’S, cujas iniciais seriam retiradas anos depois. O nome da marca foi escolhido de forma aleatória e casual: Diego estava nos Estados Unidos e ao folhear a lista telefônica da cidade de Boston se deparou com o nome Tod’s, escolhido por ser de fácil pronúncia em inúmeros idiomas.

Casual, versátil, leve e extremamente confortável, o calçado foi um sucesso imediato, adotado pela alta sociedade italiana, e até hoje é um clássico indiscutível da marca. Tanto conforto e cuidado logo caíram no gosto dos consumidores mais exigentes e elegantes, garantindo à marca glamour e status no mundo dos calçados. Um dos mais fervorosos clientes do calçado era Gianni Agnelli, o rico e poderoso presidente da FIAT na época. Isto ajudou e muito a projetar a nova marca no mercado e junto aos formadores de opinião. O sapato original, na cor ocre, ganhou novos estilos e cores nos anos seguintes, e passou a ser uma peça fundamental nos armários de homens influentes e elegantes. (mais…)

0 views

A Origem dos Produtos de Sucesso

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | quinta-feira 24 março 2011 16:07

Caneta Bic

Marcel Bich, depois de trabalhar numa empresa de tintas durante a Segunda Guerra Mundial, em 1949, comprou uma pequena fábrica de canetas esferográficas. As canetas vazavam tinta e sujavam os dedos, mas faziam sucesso, e Bich decidiu investir no produto. Procurou o seu inventor, Ladislao “Laszlo” Biro, comprou a patente e iniciou a fabricação da caneta Bic, cujo modelo é praticamente o mesmo até hoje. Atualmente, são vendidas 10 milhões de canetas por dia.

Canivete Suíço

Sabendo que o exército do seu país importava canivetes alemães, Karl Elsener abriu a sua fábrica em 1884. Os seus primeiros canivetes Victorinox foram entregues aos soldados suíços em outubro de 1891. Colocou o brasão do país para diferenciá-los dos alemães e batizou o produto homenageando os seus pais, Victor e Victoria. Para ampliar o negócio e atrair utilizadores mais refinados, Elsener aperfeiçoou o canivete e, assim, surgiram os modelos com ferramentas: abre latas, chave de fendas, punção e saca-rolhas, serrote, alicate, abre garrafas, palito de dentes, pinça, gancho de pesca, lente de aumento e até uma pequena bússola. O produto popularizou-se depois da Segunda Guerra Mundial, com as unidades militares americanas. Hoje, a linha para oficiais tem 100 diferentes combinações.

Channel Nº5

A partir do seu primeiro emprego, numa loja de chapéus, a francesa Coco Chanel abriu as suas próprias lojas, tornando-se numa das mais importantes estilistas do mundo. O Chanel nº 5 é elaborado com uma mistura de 60 fragrâncias. O 5 era o seu número da sorte, tanto que Coco apresentou o produto no dia 5 de maio de 1921. Mas foi Marilyn Monroe quem tornou o perfume um sucesso. Ao ser entrevistada, perguntaram o que vestia para dormir. Marilyn respondeu: “Apenas algumas gotas de Chanel nº 5″.

Cotonetes

A idéia de uma haste com a ponta de algodão foi lançada nos Estados Unidos pela Johnson & Johnson em 1921. No começo, o Wooden Applicator, uma haste de madeira com algodão em apenas uma das pontas, tinha o seu uso restrito a hospitais, na aplicação de remédios. Em 1947, o sucesso do produto fez a Johnson & Johnson lançar o Johnson’s Cotton Tipped Applicator, disponível para venda direta ao consumidor e indicado para o público infantil. Em 1963, as hastes foram mudadas de madeira para plástico.

Creme Nívea

Foi criado em dezembro de 1911 pela farmácia de manipulação do doutor Oskar Troplowitz, que descobriu como unir água e óleo para hidratar a pele. O Eucerit, retirado da lanolina e combinado com óleos, água, compostos de glicerina, ácido cítrico e essências de rosas e lírios, formava o creme. “Branco como a neve”, foi batizado de Nívea e era comercializado numa latinha amarela. A embalagem ganhou a cor azul com letras brancas em 1925. Depois da Segunda Guerra Mundial, a marca Nívea foi expropriada. A partir de 1952, a empresa Beiersdorf iniciou uma longa jornada pelos países para readquirir os direitos sobre a marca.

Danone

Em 1919, o espanhol Isaac Carasso começou a fabricar iogurte com leite fresco num pequeno galpão depois de ouvir falar dos benefícios do alimento. Batizou-o de Danone, as primeiras letras do nome do filho, Daniel, unidas à palavra inglesa one, pois o menino era o primogénito. O negócio prosperou por Espanha e, em 1932, Daniel Carasso montou uma fábrica em França. Daniel era judeu, e, quando estourou a Segunda Guerra Mundial, foi obrigado a exilar-se nos Estados Unidos. Lá fundou a Dannon Companny. Nesse período, as fábricas francesa e espanhola tinham ficado com pessoas de confiança e, quando Daniel voltou à Europa, em 1952, reassumiu o controle.

Donuts

Em 1946, os donuts do americano William Rosenberg faziam tanto sucesso que o horário do lanche das indústrias da região da Nova Inglaterra passou a ser ajustado ao seu itinerário. Para facilitar o consumo, o donut vinha envolto no açúcar e o café simples, sem açúcar, era servido numa caneca. Todos os clientes mergulhavam o doce no café antes de saboreá-lo. Os clientes satisfeitos insistiram para que ele abrisse uma loja. E assim formou-se a grande rede. As rosquinhas foram criadas no século XVI por padeiros holandeses, mas ainda não tinham o tradicional furo no meio. Isso só apareceu em 1847, criado pelo marinheiro americano Hanson Gregory. Essa criação valeu-lhe uma placa de bronze na sua cidade natal, Rockport. (mais…)

0 views

Boa música – Villa Lobos combina com Chopp Kremer

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | quinta-feira 13 janeiro 2011 14:59

“Tenho sido duramente atacado, inúmeras vezes, pelo crime de dizer a verdade. Não entendem os meus detratores que quando eu aponto o que acho errado no Brasil, estou simplesmente colaborando para que se corrijam os erros e se transforme a nossa Pátria na Terra Ideal com que todos nós, os seus filhos, ansiamos de todo o coração. Aliás, não admito que ninguém seja mais Brasileiro, mais Patriota do que eu. Honro-me de ser um artista feito exclusivamente no Brasil, onde estudei e onde me fiz, não tendo mesmo nem sequer me aperfeiçoado no estrangeiro, como é hábito entre nós. Por isso, os sucessos, ou melhor, as vitórias que porventura tenho conseguido, são sucessos do Brasil, vitórias integralmente nossas, que me dão mais e mais força para apontar os erros comuns em nossa terra.”

A citação de Heitor Villa-Lobos acima foi publicada na “Gazeta de São Paulo” no dia 18/01/1948 e está presente na página 174 do livro de Anna Stella Schic “Villa-Lobos – O Índio Branco” e também na página 97 do livro de Maria Celia Machado “Heitor Villa-Lobos”.

“O Brasil já tem uma forma geográfica de um coração. Todo Brasileiro tem esse coração. A Música vai de uma Alma à outra. Os pássaros conversam pela Música; eles têm coração. Tudo o que se sente na vida se sente no coração. O coração é o metrônomo da vida. E há muita gente na Humanidade que se esquece disso. Justamente o que mais precisa a Humanidade é de um metrônomo. Se houvesse alguém no mundo que pudesse colocar um metrônomo no ‘cimo da Terra’, talvez estivéssemos mais próximo da Paz. Por que se desentendem, vivem descompassados Raças e Povos? Porque não se lembram do metrônomo que guardam no peito: o coração. Foi fadado por Deus justamente no Brasil possuir uma forma geométrica de coração e haver um ritmo palpitante em toda a sua Raça…”

Citado por Heitor Villa-Lobos num Discurso em João Pessoa-PB no ano de 1951 (Citado também na página 92 do livro de Maria Celia Machado “Heitor Villa-Lobos”).

“Nunca na minha vida procurei a Cultura, a Erudição, o Saber; e mesmo a Sabedoria nos Livros, nas Doutrinas, nas Teorias, das Formas Ortodoxas… Nunca! Porque o meu Livro era o Brasil. Não o Mapa do Brasil na minha frente, mas a Terra do Brasil, onde eu piso, onde eu sinto, onde eu ando, onde eu percorro….”

Citado por Villa-Lobos no mesmo Discurso em João Pessoa-PB em 1951 (Citado também na página 93 do livro de Maria Celia Machado “Heitor Villa-Lobos”).

Esse excelente Compositor Brasileiro valorizou, como pouquíssimos Músicos no Mundo, a Música Folclórica de seu País Natal. Isso se torna ainda mais notável principalmente quando se leva em conta que naquele tempo as Viagens eram bem mais demoradas (além de não existirem estradas pavimentadas, Santos Dumont mal havia acabado de inventar o Avião) e levando-se em conta também a imensa extensão territorial desse país chamado Brasil!!

Compositor Erudito e também Popular! Notável também no Chorinho e na Música Folclórica, inclusive a Música Caipira que ele soube captar na Alma do Povo do Sertão Brasileiro!

Heitor Villa-Lobos nasceu (de 7 meses) numa casa na Rua Ipiranga, no bairro Laranjeiras, no Rio de Janeiro-RJ, no dia 05/03/1887. Filho de Noêmia Umbelina Santos Monteiro (foto à direita) e de Raul Villa-Lobos (foto à esquerda), que era Funcionário da Biblioteca Nacional e também Violoncelista Amador, além de ter sido também autor de livros didáticos e de um Guia Turístico para o Rio de Janeiro-RJ. Heitor foi o único dos oito filhos do casal que veio a despertar Vocação para a Música.

A Influência Musical que viria selar o destino de Villa-Lobos e marcar a História Musical Brasileira começou bem cedo, ainda na infância, quando o menino tinha, no ambiente familiar, o apelido de Tuhu: seu avô materno (Santos Monteiro) era boêmio e freqüentava festas juntamentente com diversos Músicos Populares e, ao que consta, foi ele o Compositor de “Quadrilha das Moças” (Santos Monteiro).

A família mudava de endereço com muita freqüência e, dessa forma, além da Cidade Maravilhosa, durante a infância, Heitor Villa-Lobos também chegou a morar com os familiares em Sapucaia-RJ, Cataguazes-MG e Bicas-MG entre 1892 e 1893. Nessas Cidades do Interior dos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais ele teve contato com as Modas que eram tocadas na Viola Caipira. Sem dúvida, um pouquinho do Riquíssimo Folclore Musical Brasileiro com o qual Villa-Lobos vinha se familiarizando e que, com o tempo, veio a fazer parte de sua belíssima Obra Musical.

De volta ao Rio de Janeiro-RJ, a família Villa-Lobos fez de sua casa um ponto de encontro de Músicos respeitados na época, os quais se reuniam aos Sábados, avançando madrugada a dentro com a Boa Música. Esses Encontros Musicais também foram importantes para o desenvolvimento musical de Heitor que iniciou seus estudos musicais com apenas 6 anos de idade. (mais…)

0 views

Bentley combina com Chopp Kremer

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | sexta-feira 7 janeiro 2011 16:59

Designer distinto, imponência britânica, acabamento luxuoso e detalhado, imagem forte e robusta, exclusividade, e uma tradição praticamente imbatível no segmento de automóveis de luxo. A marca BENTLEY é muito mais que um automóvel de luxo, seus proprietários, diga-se de passagem, poucos privilegiados no mundo, são pessoas que dão valor, não somente a performance e estilo, mas principalmente a tradição. É verdadeiramente um carro para poucos.

A história
Uma das mais luxuosas e exclusivas marcas de automóveis do planeta nasceu pelas mãos do inglês Walter Owen Bentley, um engenheiro e aficionado por velocidade. Em 1905, com apenas 16 anos, foi trabalhar na divisão de locomotivas da companhia ferroviária britânica Great Northern Railway. Mas seria com os carros que W.O. Bentley, como era chamado, se tornaria reconhecido mundialmente. Sua saga começou em 1912, quando a família iniciou a importação de carros esporte da francesa DFP. E foi em uma visita à fábrica da DFP que ele teve uma idéia brilhante: ao ver um peso de papel feito em alumínio, pensou em desenvolver pistões desse material, para substituir os feitos de ferro fundido. A inovação de Bentley foi aplicada a motores radiais rotativos (em que giravam os pistões e o virabrequim ficava parado) de aviões da Primeira Guerra e, mais tarde, chegou aos automóveis.

A tradicional e clássica BENTLEY MOTORS seria fundada somente no ano de 1919, na cidade de Londres, nascida da parceria de W.O. e seu irmão, Henry. Já em seu primeiro ano produziu dois protótipos – EXP 1 e EXP 2, predecessores do 3-Litre, primeiro modelo oficial da montadora, lançado em 1921. Os protótipos revolucionaram o mercado com o motor de 4 cilindros e 16 válvulas, com comando no cabeçote e pistões de alumínio. Para a época era um feito e tanto. Dois anos depois, o EXP 2 conquistou a primeira vitória da BENTLEY em competições esportivas, numa prova em Brooklands. Os modelos esportivos chegavam a até 160 km/h, e para pará-los BENTLEY havia colocado freios nas quatro rodas (outra inovação à época). Esse lendário modelo ainda existe e pertence à fábrica. O EXP 1 foi destruído em um acidente nos anos 1920.

Com o 3-Litre Bentley iniciou também sua história de sucesso em provas de automobilismo, com o clássico símbolo do “B” alado. Ettore Bugatti, já famoso fabricante de carros esporte, respeitaria logo o aguerrido adversário, ainda que apelidando o 3-Litre de “a carroça mais rápida do mundo”. A consagração de BENTLEY viria em 1924, com a primeira vitória na 24 horas de Le Mans. Em 1925, anunciaria o lançamento de um novo carro: o 6 ½-Litre. Bentley fez modificações no bloco anterior e transformou-o em um 6-cilindros, mantendo as 4 válvulas com comando no cabeçote. Esse motor tinha quase 1.1 litro por cilindro. Sua potência chegava a mais de 200 cv. Uma versão esportiva viria em 1928, o Speed Six, que se tornaria o BENTLEY de maior sucesso nas pistas de corrida. A BENTLEY viria a tornar-se famosa pelas quatro vitórias consecutivas nas 24h de Le Mans de 1927 a 1930. Nesta época o seu maior competidor era a Bugatti, cujo peso e elegância, mas também fragilidade contrastavam com a robustez e durabilidade da BENTLEY. (mais…)

0 views

Golfe combina com Chopp Kremer

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | terça-feira 16 novembro 2010 13:46

chopp

Considerado uma prática de elite assim como Chopp Kremer, o Golfe é um esporte de origem escocesa, inspirado num jogo romano chamado Paganica. Consiste em arremessar, com ajuda de um taco, uma pequena bolinha ao longo de um percurso que termina num buraco – onde a bolinha deve cair. O golfe é jogado em campos de grama, em parques apropriados, com um ou mais percursos delimitados. O objetivo do jogo é colocar a bolinha nesse buraco com o mínimo de tacadas possível. Para dificultar a tarefa, o trajeto até o buraco pode incluir pequenos lagos, poços de areia, árvores e locais com grama mais alta.

O campo de golfe oficial deve ter 18 percursos, que para fins práticos são chamados mesmo de buracos. Assim, um jogador diz que está no buraco 12, por exemplo, quando está percorrendo o caminho que leva ao buraco de número 12. O número de tacadas de cada jogador é acumulado e vence quem “fizer” os 18 buracos com um menor número de tacadas. Os jogadores caminham ao ar livre pelo menos quatro quilômetros por jogo. Uma partida costuma durar em média quatro horas.

Fonte: Enciclopédia Livre

0 views

Ferrari combina com Chopp Kremer

Postado por: admin | Marcas de Sucesso combinam com Chopp Kremer | quarta-feira 16 junho 2010 13:44
O automóvel desta marca é designado por uma (português brasileiro) ou um (português europeu) Ferrari.
O “Cavalo Rampante”
O famoso símbolo da Ferrari é um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari.
O cavalo era originalmente o símbolo do Conde Francesco Baracca, um lendário “asso” (ás) da força aérea italiana durante a I Guerra Mundial, que o pintou na lateral de seus aviões. Baracca morreu muito jovem em 19 de Junho de 1918, abatido após 34 duelos vitoriosos e muitas vitórias em grupo, tornando-se assim um herói nacional.
Baracca queria o cavalo empinado nos seus aviões porque a sua esquadra, os “Battaglione Aviatori”, fora inscrita num regimento daCavalaria (as forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor cavaliere (cavaleiro) de sua equipe.
Houve a suposição que a escolha de um cavalo tivesse sido em parte por causa do fato de que a sua nobre família fosse conhecida por ter muitos cavalos entre os seus bens em Lugo di Romagna. Outra teoria não comprovada sugere que Baracca copiou o desenho de cavalo empinado de um piloto alemão que tinha o emblema da cidade de Stuttgart no seu avião. Coincidência ou não, a fabricante alemãde carros Porsche, de Stuttgart, usou emprestado seu logo de cavalo empinado do emblema da cidade.
Em 17 de Junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna onde conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca. A Condessa pediu que ele usasse o desenho de um cavalo nos seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa Romeo permitiu o uso do cavalo nos carros da Scuderia foi onze anos depois, nas 24 Horas de Spa em1932. A Ferrari ganhou.
Ferrari deixou o cavalo negro como havia sido feito no avião de Baracca; contudo, ele adicionou um fundo amarelo porque era a cor símbolo de sua terra natal, Modena.
Uma das imagens de marca da Ferrari é a sua cor “rosso corsa” (vermelho de corrida). A utilização dessa cor teve início nos anos 20, altura em que a entidade que viria a ser chamada de FIA, impunha que as marcas italianas teriam de apresentar cor vermelha, as francesas azul, as alemãs branca e as inglesas verde.
O cavalo empinado não foi sempre identificado como marca apenas da Ferrari: Fabio Taglioni usou-o nas suas motocicletas Ducati. O pai de Tagliani foi de fa(c)to um companheiro de Baracca e lutou com ele no 91º Esquadrão Aéreo, mas ao passo que a fama da Ferrari cresceu, Ducati abandonou o cavalo; esse pode ter sido o resultado de um acordo privativo entre as duas marcas.
Em 1940 a Alfa Romeo é absorvida pelo governo de Mussolini e utilizada como porta-estandarte do seu governo. Por esta altura a Scuderia Ferrari, impedida de ingressar em competições automóveis, passa a construir acessórios para aviões e peças para máquinas.
Com o final da II Guerra Mundial e queda do regime de Mussolini, é fundada a marca Ferrari, com o lançamento do seu primeiro modelo de estrada em 1947. O modelo lançado nesse ano foi o Ferrari 125 Sport com um motor V12 de 1500 cc.
Em 1951 a Ferrari consegue a sua primeira vitória na Fórmula Um e em 1956 Juan Manuel Fangio ganha o campeonato mundial ao volante de um Ferrari. Esse foi também um ano triste para Enzo Ferrari com a morte do seu filho Dino.
Em 1961 os tempos começaram a ficar difíceis para a Ferrari, depois de conflitos internos que levaram à saída de vários membros da direcção. A Ferrari, mesmo assim, conseguiu alcançar um grande número de vitórias em competição e elevar o seu nome.
Na década de 60 a Ford tentou comprar a Ferrari, tendo em vista a competição automóvel. Mas essa tentativa falhou e a Ford procedeu à criação do Ford GT40 que conseguiu acabar com o domínio da Ferrari nas 24h de Le Mans, que vigorou desde 1960 até 1965.
Em resultado dos problemas financeiros que a Ferrari estava a atravessar, a FIAT adquiriu parte da Ferrari em 1965 aumentando-a para 50% em 1969.
Para comemorar os 40 anos de existência da Ferrari, é lançado em 1987 o Ferrari F40, sendo esse o carro de estrada mais rápido do mundo até a altura.
Em 1988 Enzo Ferrari morre com a idade de 90 anos e nesse mesmo ano a FIAT aumenta o seu controlo para 90%.
Em 1997 a Ferrari adquire 50% da Maserati à FIAT, passando a ter total controlo da marca em 1999. A Ferrari utilizou a Maserati como a sua divisão de luxo até 2005, altura em que o controlo regressaria à FIAT.
A Ferrari continuou a alcançar grandes feitos na competição automóvel, conseguido vencer a Fórmula Um, na categoria de construtores, de 1999 até 2004 com os pilotos Michael Schumacher e Rubens Barrichello.
Em 2003 a Ferrari, em memória do seu fundador, lança o Ferrari Enzo um super desportivo baseado na tecnologia utilizada na Fórmula 1.
O cavalo empinado é hoje uma marca registada da Ferrari.
Ferrari é um fabricante italiano de carros de corrida e de esportivos de alto desempenho fundado por Enzo Ferrari em 1929. No início, aScuderia Ferrari patrocinou pilotos e carros de corrida fabricados; a empresa começou sua produção independente em 1946, mais tarde se tornando Ferrari S.p.A., e desde 1969, quando foi vendida, faz parte do grupo Fiat. A empresa está sediada em Maranello, próximo à Modena, Itália.
O automóvel desta marca é designado por uma (português brasileiro) ou um (português europeu) Ferrari.
enzoferrari
O “Cavalo Rampante”

O famoso símbolo da Ferrari é um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari.
O cavalo era originalmente o símbolo do Conde Francesco Baracca, um lendário “asso” (ás) da força aérea italiana durante a I Guerra Mundial, que o pintou na lateral de seus aviões. Baracca morreu muito jovem em 19 de Junho de 1918, abatido após 34 duelos vitoriosos e muitas vitórias em grupo, tornando-se assim um herói nacional.
Baracca queria o cavalo empinado nos seus aviões porque a sua esquadra, os “Battaglione Aviatori”, fora inscrita num regimento daCavalaria (as forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor cavaliere (cavaleiro) de sua equipe.
Houve a suposição que a escolha de um cavalo tivesse sido em parte por causa do fato de que a sua nobre família fosse conhecida por ter muitos cavalos entre os seus bens em Lugo di Romagna. Outra teoria não comprovada sugere que Baracca copiou o desenho de cavalo empinado de um piloto alemão que tinha o emblema da cidade de Stuttgart no seu avião. Coincidência ou não, a fabricante alemãde carros Porsche, de Stuttgart, usou emprestado seu logo de cavalo empinado do emblema da cidade.
Em 17 de Junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna onde conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca. A Condessa pediu que ele usasse o desenho de um cavalo nos seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa Romeo permitiu o uso do cavalo nos carros da Scuderia foi onze anos depois, nas 24 Horas de Spa em1932. A Ferrari ganhou.
Ferrari deixou o cavalo negro como havia sido feito no avião de Baracca; contudo, ele adicionou um fundo amarelo porque era a cor símbolo de sua terra natal, Modena.
Uma das imagens de marca da Ferrari é a sua cor “rosso corsa” (vermelho de corrida). A utilização dessa cor teve início nos anos 20, altura em que a entidade que viria a ser chamada de FIA, impunha que as marcas italianas teriam de apresentar cor vermelha, as francesas azul, as alemãs branca e as inglesas verde.
O cavalo empinado não foi sempre identificado como marca apenas da Ferrari: Fabio Taglioni usou-o nas suas motocicletas Ducati. O pai de Tagliani foi de fa(c)to um companheiro de Baracca e lutou com ele no 91º Esquadrão Aéreo, mas ao passo que a fama da Ferrari cresceu, Ducati abandonou o cavalo; esse pode ter sido o resultado de um acordo privativo entre as duas marcas.
Em 1940 a Alfa Romeo é absorvida pelo governo de Mussolini e utilizada como porta-estandarte do seu governo. Por esta altura a Scuderia Ferrari, impedida de ingressar em competições automóveis, passa a construir acessórios para aviões e peças para máquinas.
Com o final da II Guerra Mundial e queda do regime de Mussolini, é fundada a marca Ferrari, com o lançamento do seu primeiro modelo de estrada em 1947. O modelo lançado nesse ano foi o Ferrari 125 Sport com um motor V12 de 1500 cc.
Em 1951 a Ferrari consegue a sua primeira vitória na Fórmula Um e em 1956 Juan Manuel Fangio ganha o campeonato mundial ao volante de um Ferrari. Esse foi também um ano triste para Enzo Ferrari com a morte do seu filho Dino.
Em 1961 os tempos começaram a ficar difíceis para a Ferrari, depois de conflitos internos que levaram à saída de vários membros da direcção. A Ferrari, mesmo assim, conseguiu alcançar um grande número de vitórias em competição e elevar o seu nome.
Na década de 60 a Ford tentou comprar a Ferrari, tendo em vista a competição automóvel. Mas essa tentativa falhou e a Ford procedeu à criação do Ford GT40 que conseguiu acabar com o domínio da .
A Ferrari continuou a alcançar grandes feitos na competição automóvel, conseguido vencer a Fórmula Um, na categoria de construtores, de 1999 até 2004 com os pilotos Michael Schumacher e Rubens Barrichello.
Em 2003 a Ferrari, em memória do seu fundador, lança o Ferrari Enzo um super desportivo baseado na tecnologia utilizada na Fórmula 1.
O cavalo empinado é hoje uma marca registada da Ferrari.

ferrari2fonte:wpd

Próxima Página »
HOME   |   A CERVEJARIA KREMER   |   CHOPP KREMER   |   SEJA UM LOJISTA KREMER   |   BLOG KREMER
CHEF KREMER   |   DISK CHOPP   |   CONTATO
 

Copyright 2010 - CERVEJARIA KREMER - Todos os direitos reservados
Desenvolvimento:NW Mídia Marketing Digital - Agência de Publicidade - Aplicativos Tablets - Marketing em Redes Sociais - Otimização de Sites